Equipe

Clínica

Dra. Rosália Padovani

  • Doutora em Endocrinologia e Metabologia na Unifesp
  • Título de Especialista em Endocrinologia e Metabologia na SBEM
  • Título de Especialista em Clínica Médica na Sociedade Brasileira de Clínica Médica – SBCM
  • CRM: 105552-SP

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Está indicada aos pacientes que desejam realizar um procedimento cirúrgico estético, mas que antes desejam ou necessitam perder peso.
A obesidade, de fato, é um estado patológico no qual há excesso de gordura depositado no organismo. Além da questão estética que afeta bastante a qualidade de vida e as relações interpessoais, a obesidade aumenta a prevalência de várias doenças como hipertensão arterial, diabetes, apnéia do sono, osteoartrose, risco de doença cardiovascular e complicações intra e pós - operatórias.
Algumas doenças endócrinas podem causar ou favorecer a obesidade, entre elas o mau funcionamento da tireóide, o aumento dos níveis de cortisol sanguíneo, ovários policísticos e outros distúrbios endocrinológicos que devem ser tratados concomitantemente.
A obesidade deve ser encarada como uma doença crônica. O tratamento mais eficaz é a mudança no estilo de vida com hábitos alimentares mais saudáveis e aumento da prática da atividade física.
Cada paciente ainda deve ser avaliado individualmente quanto à necessidade de alguma terapia adicional sendo que as medicações devem ser prescritas e mantidas conforme avaliação e indicação médica.

Anestésica

Dr. Daniel Cuba Nishioka

  • Membro da Sociedade Brasileira de Anestesiologia
  • Especializado em anestesiologia pelo Hospital das Clínicas da USP
  • Graduado na Faculdade de Medicina da USP
  • CRM: 116012-SP

Dr. Klerman Endo Kasai

  • Membro da Sociedade Brasileira de Anestesiologia
  • Especializado em anestesiologia pelo Hospital das Clínicas da USP
  • Graduado na Faculdade de Medicina da USP
  • CRM: 112074-SP

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A anestesia é parte fundamental do procedimento cirúrgico e comumente os pacientes relatam que seu temor não está relacionado à cirurgia, mas sim à anestesia.

Dessa forma, nós contamos com uma equipe especializada, própria, capacitada e disposta a elucidar e solucionar as dúvidas do paciente, assegurando sua confiança e tornando a anestesia e a cirurgia menos assustadoras, diminuindo assim os estresses e as angústias que cercam qualquer procedimento cirúrgico.

O médico anestesiologista se preocupa em preparar o paciente de modo adequado para a anestesia e a operação propriamente dita, portanto é importante que o paciente sempre o conheça.

Durante a operação, o anestesiologista é responsável na manutenção da estabilidade do paciente impedindo que o mesmo sinta dor, estresse e desconfortos durante e após a operação, monitorizando seus sinais vitais, infundindo soro quando necessário, mantendo a sua temperatura e cuidando de sua integridade.

Após o término da operação, o anestesiologista se preocupa com o controle da dor, das náuseas e vômitos, da realimentação e enfim, da recuperação clínica do paciente.

É muito importante para o médico anestesiologista ter conhecimento amplo do paciente e de seus antecedentes, antes do ato anestésico-cirúrgico e isto é feito através de uma criteriosa avaliação antes do início da anestesia – a avaliação pré-anestésica.

Nesta etapa é importante que o paciente forneça todas as informações relacionadas a doenças preexistentes, hábitos pessoais, cirurgias anteriores, possíveis alergias, medicações de que faz uso e a história de doenças familiares.

O que o paciente deve informar ao médico anestesista durante a avaliação pré-anestésica? É dever do paciente informar ao médico anestesista sobre:

Doenças pré-existentes:
  • Sistema Cardio-vascular: hipertensão arterial sistêmica, arritmias, coronariopatias, infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca congestiva, valvopatias.
  • Sistema respiratório: doenças pulmonares, apnéia do sono, pneumonia de repetição, infecção de vias aéreas superiores.
  • Sistema Digestório: gastrite, refluxo gastroesofágico, esofagite, úlcera péptica, cirrose e sangramento digestivo alto e/ou baixo.
  • Sistema Endócrino: diabetes mellitus tipo I e tipo II, doenças da tireóide e doenças da hipófise.
  • Sistema Neurológico: convulsões, cefaléias, acidente vascular cerebral e lesão medular.
  • Sistema Hematológico: distúrbios de coagulação , anemias e transfusão sangüínea prévia.
  • Sistema Renal: litíase renal e doença renal crônica dialítica ou não-dialítica.
  • Sistema Musculoesquelético: má formações osteomusculares, algias lombares e artrite.
  • Sistema Imunológico: tuberculose, síndrome da imunodeficiência adquirida e hepatite.
Hábitos pessoais:
Em se tratando de hábitos pessoais, vale a pena ressaltar tabagismo, alcoolismo e uso de drogas ilícitas.
Parar de fumar 24 horas antes do procedimento cirúrgico leva a melhora da liberação de oxigênio para os tecidos. De 24 horas a oito semanas ocorre melhora na eliminação das secreções.
O alcoolismo, outro hábito que acomete todas as classes sociais, é outro fator complicador do período perioperatório, já que o principal órgão acometido pelo álcool é o fígado, responsável pelo metabolismo dos fármacos e coagulação.
O paciente deve ainda, por mais constrangedor que possa ser, informar seu médico sobre o uso de drogas ilícitas, pelo risco de aparecimento de reações adversas, principalmente nos sistemas cardiocirculatório e respiratório, durante o ato anestésico, associadas com a interação dessas drogas com os fármacos usados na anestesia.

Alergias
A incidência de reações anafiláticas/anafilactóides durante o ato anestésico felizmente é rara. Na prática, é impossível realizar durante a avaliação pré-anestésica os testes que determinam se o paciente poderá a vir desencadear reação anafilática/anafilactóide durante o ato anestésico-cirúrgico. O mais importante é o conhecimento de reações prévias para evitá-las novamente. Portanto é imprescindível que o paciente relate sobre as reações alérgicas que eventualmente ocorreram no passado com o uso de medicamentos de uso comum, fármacos anestésicos, contrastes iodados, materiais derivados do látex e alimentos - principalmente frutos do mar, banana e kiwi.

Cirurgias anteriores
Informar o médico sobre reações adversas em cirurgias e anestesias anteriores, como náuseas, vômitos, dor pós-operatória importante, cefaléia, alergias e até mesmo parada cardíaca.

Transfusões sanguíneas
Dependendo do porte cirúrgico e das condições clínicas, muitas vezes existe a possibilidade da necessidade de transfusão sangüínea no intra-operatório, devendo o paciente estar ciente e de acordo com a transfusão.
Nos casos de seguidores da religião Testemunhas de Jeová, que se recusam a receber sangue e derivados, o médico anestesiologista e o médico cirurgião podem se recusar a participar do ato anestésico-cirúrgico, desde que de caráter eletivo.

Instrumentação Cirúrgica

Pamela Corso

  • Formada em instrumentação cirúrgica em 2006 pelo CFIC
  • Estágio na área de instrumentação cirúrgica no hospital Pérola Byington, trabalhando na área de cirurgia plástica, desde então.