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CIRURGIA PLÁSTICA ESTÉTICA X REPARADORA, ENTENDA A DIFERENÇA!

A cirurgia plástica tem por objetivo a reconstituição de uma parte do corpo humano por razões médicas ou estéticas.

A cirurgia plástica reparadora tem como objetivo corrigir lesões deformantes, defeitos congênitos ou adquiridos e é considerada tão necessária quanto qualquer outra intervenção cirúrgica. Quando há a patologia congênita ou adquirida devidamente reconhecida ou ainda quando existe déficit funcional parcial ou total cujo tratamento exige recursos técnicos da cirurgia plástica. São procedimentos em que a cirurgia plástica procura aprimorar ou recuperar as funções, e ainda restabelecer a forma mais próxima possível do normal.

Exemplos: Cisto e câncer de pele; ptose palpebral em idosos; atenuação ou reversão de defeitos congênitos; sequelas deixadas em portadores de câncer; sequelas em pacientes queimados; sequelas em acidentados e traumatizados e sequelas em ex-obesos que fizeram cirurgia bariátrica.

A cirurgia plástica estética é feita com objetivo de realizar melhoras à aparência do paciente. A pessoa quando se submete a tal intervenção cirúrgica não a faz com intenção ou propósito de obter alguma melhora em seu estado de saúde, mas sim para melhorar algum aspecto físico que não lhe agrada, ou seja, corrigir uma deformidade que ela adquiriu ao nascimento por exemplo, como uma orelha proeminente ou em abano, outro caso como uma mama flácida que pode lhe dificultar um relacionamento afetivo. Situações que não lhe causam prejuízo da ordem funcional, mas sim de ordem psicológica.

Exemplos: Alterar o aspecto de uma cicatriz, a forma e o tamanho do nariz, da mandíbula, orelhas, ou das mamas, retirar o excesso de pele e de tecido adiposo do corpo, rugas que surgem com a idade avançada ou a perda de peso.

Atualmente, as duas cirurgias plasticas estéticas mais realizadas no Brasil são a lipoaspiração e o implante de prótese de silicone nos seios.

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