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Novidades em cirurgia plástica estética

A busca pela beleza e o corpo perfeito é muito valorizada pelo brasileiro. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), no Brasil são realizadas aproximadamente 630 mil cirurgias plásticas por ano, por profissionais habilitados. A boa notícia é: as técnicas para melhorar o visual estão menos invasivas, mais seguras e mais rápidas. A grande novidade em cirurgia plástica é a preocupação em deixar as cicatrizes cada vez menores e aumentar a segurança do paciente”, explica o médico José de Gervais, especializado em cirurgia plástica e microcirurgia pela Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos.

Enquanto entre as americanas os seios fartos são sinônimos de beleza, para as brasileiras o que está em alta é a cirurgia de redução de mama com a prótese de silicone. A redução de mama é a quarta cirurgia estética mais realizada pelas brasileiras, segundo a SBCP. Em apenas uma cirurgia é colocada a prótese e, em seguida, feita a cirurgia de redução. “Há uma grande tendência de utilizar o implante de silicone junto com a retirada de tecido mamário para corrigir a queda mamária. Com isso evitamos um segundo tempo cirúrgico para colocar a prótese”, explica o cirurgião, dizendo que este procedimento é indicado para uma paciente que apresente caso de flacidez e mamas com estrias. “As vantagens deste método são uma cicatriz bem menor e uniforme, melhor resultado no pós-operatório e a recuperação mais rápida”, avalia Gervais.

O médico garante segurança neste tipo de cirurgia plástica estética: “Devido ao tempo da cirurgia ser relativamente rápido, a experiência do cirurgião e o desenvolvimento das drogas anestésicas, quando associadas à tecnologia dos aparelhos que monitoram a cirurgia, os procedimentos ficam extremamente seguros”, atesta o cirurgião.

Outra técnica nova e menos invasiva é o minilifitng facial com PRP (sigla adotada para o preparado de Plasma Rico em Plaquetas e Fatores de Crescimento). O procedimento promete rejuvenescer de 10 a 15 anos. Segundo o cirurgião plástico Miguel Sorrentino, membro titular da SBCP, a princípio a técnica é como o facelifting tradicional, mas por não ter necessidade de anestesia geral, é realizado sob anestesia local, uma tendência atual da cirurgia plástica. “A técnica utiliza pontos internos, que são chamados de plicatura, para reposicionar os tecidos internos, reais responsáveis pelo aspecto de flacidez e envelhecimento facial. Como o envelhecimento traz repercussões hormonais e metabólicas, um dos pontos mais importantes para se manter a qualidade da pele da face é a diminuição acentuada da produção das fibras de colágeno. E os responsáveis não só pela cascata que leva a produção do colágeno, bem como no processo de cicatrização e estímulo à reintegração dos tecidos descolados, são os fatores de crescimento, os quais têm queda também atrelada ao processo de envelhecimento do corpo e a desaceleração metabólica”, explica Sorrentino.

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Outra vantagem do minilifitng é o uso de deslocador em substituição da tesoura, que reduz os riscos cirúrgicos. “É aplicada a solução de PRP ao longo da área descolada, na região da cicatriz e em pontos específicos musculares. Com isso, o pós-operatório reduz substancialmente os riscos de sangramentos, má cicatrização e necroses que podem ocorrer com técnicas tradicionais. Além disso, os resultados ficam realmente naturais e buscam harmonizar os parâmetros do contorno facial”, garante o cirurgião plástico Miguel Sorrentino.

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